quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Dança do Ventre

Na Turquia a dança do ventre é chamada "gobek dans". A dança foi criada sobre a influência de muitas culturas e até hoje continua a se desenvolver. Uma das suas polêmicas origens pode ter sido Grega. Alguns historiadores acreditam que a dança era parte de rituais religiosos. Já outros acreditam que a dança do ventre teve origem no Egito. Para mulheres da Arábia Saudita a dança era considerada sagrada e não podia ser vista pelos homens.

No inicio do século, a dança do ventre foi apresentada em Chicago com o nome francês: "danse du ventre" razão pela qual foi traduzida para o Inglês como "belly dance" e para "dança do ventre" em Português.

Independente de fronteiras e culturas a "dança do ventre" tem um estilo próprio. Ha vários pontos que diferenciam a dança oriental das outras formas de dança e revelam sua origem. A dança do ventre tem tradição em ser associada com a religião e elementos eróticos. Esta ambigüidade fez com que a "dança do ventre" fosse desprezada e amada por muitos. Sua origem aparente é relacionada ao culto de fertilidade na antiguidade.

A dança oriental é unicamente feita para o corpo feminino, com ênfase para os músculos abdominais. O bumbum e o pescoço se movimenta também. A dança é tradicionalmente dançada com os pés descalços, sendo caracterizada por ter movimento sensuais do dorso alterando balanços diversos.

As dançarinas geralmente usam também um instrumento musical para ajudar a dar ritmo a dança. Ha também dançarinas que usam cobras, espadas, véus e candelabros. Estes apetrechos teriam poderes mágicos e também protegiam os povos mais primitivos. As cobras são claramente ligadas com misteriosas culturas antigas. Ela é um símbolo complexo que representa o masculino e feminino e também a imortalidade na forma da cobra comendo o seu próprio rabo.

Hoje na Turquia, a dança do ventre é muito popular. Você podera ver na televisão e também em festas de casamentos e de circuncisão. Os espectadores pagam a dançarina colocando sobre a sua roupa notas de dinheiro. Esse é um costume comum em festas diversas.

Fonte: www.business-with-turkey.com

Dança do ventre

Não tem como tirar os olhos de uma mulher fazendo a dança do ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.

Nesta hora, a guerreira, que faz tripla jornada de trabalho, pode deixar a feminilidade aflorar e é ai que consegue atingir a naturalidade, livrando-se do estresse e colocando as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres.

"A dança do ventre mexe com a fantasia e o emocional, estimulando o corpo e acabando com as inibições. Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural", diz a professora de dança do ventre, Lulu Sabongi.

A sensualidade também é presente em toda a dança do ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê. "A mulher passa a se ver como um todo e acaba mexendo com a fantasia masculina porque faz movimentos que se prestam ao sexo", diz Lulu.

Mas não dá para confundir. A dança é apenas sensual, mas não passa por apelos ou vulgaridade. "É uma brincadeira com o corpo que faz uma volta ao lúdico", diz a dançarina. Outra vantagem é modificar a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.

Fonte: mulher.terra.com.br

Dança do Ventre

No papiro acima temos a Deusa MAAT com a pena na cabeça e ao seu lado a Deusa HATHOR com a lua circundada por chifres de vaca. A vaca é um animal produtor do leite, nutriente e fundamental a vida.

As antigas dançarinas do ventre dançavam em noites de lua cheia nos templos dedicados a essa Deusa, que lhes provia a fertilidade e a feminilidade.

Em "alguns" casamentos realizados hoje em dia no Egito, ainda é costume os noivos desenharem suas mãos no ventre da bailarina em um ritual de fertilidade.

Nos rituais antigos eram oferecidos flores de lótus, incensos, essências, água e frutas. Enquanto os sacerdotes e sumo sacerdotes preparavam a cerimônia, as sacerdotisas eram as responsáveis pela abertura de um canal para o plano espiritual através do cântico e da dança, para que a energia divina se manifestasse. Sem a presença delas, nenhum ritual poderia realizar-se. Cantavam e dançavam, envoltas por um véu e ao retira-lo demonstravam que o mistério do universo seria revelado.

Homenageando também aos Deuses os imitavam em suas posturas. Sentindo a harmonia cósmica alcançavam um estado de êxtase profundo. Com a prática constante desta arte sagrada, elas ampliavam a intuição, percepção e desenvolviam poderes, evoluindo espiritualmente. Os ensinamentos da dança e do ritual eram transmitidos de geração à geração até a queda do império egípcio, quando perdeu o seu conteúdo original e recebeu influências de outros povos. Divulgaram-na (ciganos e beduínos) pelo resto do mundo acumulando em cada região diferente, interpretações e significados distantes de sua essência.

A arte teve grande crescimento na XVIII Dinastia onde Akhenaton quis retratar a vida e não somente a vida após a morte como seus antepassados. Quis retratar o rei em festas nos palácios com diversos artistas contratados inclusive dançarinas populares, pois naquele momento da história do Egito, os cultos a outros Deuses estavam proibidos, visto a nova religião monoteísta. As sacerdotisas teriam novamente o papel como mensageiras de HATHOR com seu sucessor e filho Tutancâmon.
Encontramos relatos assim em documentos televisionados, papiros antigos e nas ruínas de Tel Armana onde Akhenaton (o primeiro monoteísta que se tem notícia) construiu sua cidade ao Deus Sol.

Houve uma época no Egito em que quase todos foram sacerdotes ou sacerdotisas. As pessoas eram recrutadas para cumprirem um estágio no templo de um mês a cada quadrimestre. Assim todas as classes poderiam se sentir mais próximos dos Deuses e evoluindo assim em sua vida espiritual e terrena.

Hoje em dia a Dança do Ventre é uma forma de entretenimento e são muitos os benefícios que ela proporciona a mulher.

Na dança trabalhamos com o alongamento total do corpo. O corpo é modelado resultando em uma fina cintura. Os quadris ficam arredondados e a musculatura é totalmente enrijecida. A coluna é alinhada resultando em uma melhor postura e com isso uma maior sustentação dos seios. Para uma hora dessa atividade queima-se cerca de 300 calorias. O aparelho digestivo e excreto também são estimulados e as cólicas menstruais tendem a diminuir por causa do trabalho da região pélvica e abdominal. Caindo por terra o "mito" que a Dança do Ventre "cria barriga", além de ser um mito é uma incoerência!

No campo energético há um trabalho com os chacras fazendo com que as energias represadas sejam desbloqueadas.

A mulher que pratica a dança do ventre tem a ciência de seu próprio corpo. É um auto conhecimento que desperta o seu amor próprio, fazendo-a perceber a beleza que tem interiormente e exteriormente onde a forma física não é o tipo ditado pela sociedade, e sim a sua própria forma, seja alta ou baixa, magra ou gorda. O auto conhecimento trás a auto confiança. As depressões se vão e nasce uma linda mulher, conhecedora de sua própria Deusa.

É como no passado, nos templos sagrados do Egito, onde as sacerdotisas eram o canal para as manifestações da energia divina. Então a sua Deusa manifesta-se trazendo o charme, a graça e a beleza da sensualidade.

Fonte: www.deborahdancer.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

segunda-feira, 17 de março de 2008

ENTRE MEUS ESTUDOS ENCONTREI ESSE TEXTO.--SOU HONESTA,O TEXTO NÃO É MEU,MAS É BEM O QUE EU SINTO EM RELAÇÃO AO MEU VÉU. SE ALGUÉM SOUBER DE QUEM É TEXTO,POR FAVOR, ENTRE EM CONTATO PARA QUE EU POSSA COLOCAR O CRÉDITO. :)

Véu em arabe significa, " o que separa duas coisas", portanto dependendo da forma que ele é usado pode significar, o conhecimento oculto o revelado. Durante os últimos 100 anos o véu vem sendo usado na dança, embora diversos pesquisadores afirmem que a dança do ventre não tem nenhuma ligação com o véu, que ele na realidade foi introduzido na dança através da influência russa no Egito na era Nasser.
o que vou escrever agora é minha opinião pessoal sobre o véu, seu significado e uso:

O véu é nosso amigo, companheiro e protetor, ele merece nosso respeito,amor, carinho, delicadeza e compreensão.
Para entender o véu é preciso fazer um mergulho no seu interior e buscar a verdadeira essência que existe dentro de cada um
A intenção da dança com o véu, é que ninguém consiga distinguir, onde termina suas mãos e onde e onde começa o véu.

Esta dança retrata a unidade universal, dançar com o véu é sentir que não estamos sozinhas, é a parte sagrada que está presente enquanto dançamos, é ele que promove o encantamento, a atmosfera mística que envolve a bailarina, o ar de mistério, aquela sensação de que o tempo não existe, a magia que se espalha no ar.

Nós devemos respeitar o véu, tratá-lo com amor, permitir que ele faça parte de nós.
A dança do ventre é considerada a mais antiga das artes executada pelas antigas civilizações para celebrar nascimentos, casamentos, funerais e rituais, respeitada por sacerdotes e sábios.
A dança floresceu de forma bastante relevante no Antigo Egito, há milhões de anos, nos templos sagrados em rituais secretos de fertilidade, em homenagem aos deuses, principalmente a Grande Deusa Mãe ¿Ísis¿. Dançava-se ao som de harpas, alaúdes e flautas com voluptuosos movimentos crescentes chamados GAWASIS.
A presença da dança do ventre era indispensável nesses rituais, sendo uma ¿ponte¿ para o mundo espiritual. As praticantes eram consideradas mulheres portadoras de grande alegria, sensualidade e fecundidade.
Rumores indicam que Cleópatra foi a primeira a ¿desvirtuar¿ a dança do caráter religioso ao usa-la para seduzir Marco Antônio.
Salomé também usou a dança para convencer o rei Herodes a entregar a cabeça de João Batista numa bandeja de prata. A Bíblia relata bem tal fato.
A dança evoluiu em vários países diferentes e de muitas maneiras, porém, preservou as principais características da dança oriental, sobrevivendo, apesar dos preconceitos culturais e morais. Assim, esta dança perpetuou através de milênios até os dias de hoje, estando em meio ao folclore e a dança individual. Sua estrutura básica permanece constante, tendo um componente importante de improvisações, que oferecem às dançarinas uma ampla liberdade de movimentos.
Na Turquia, a dança do ventre é chamada ¿gobek dans¿. A dança foi criada sob influência de muitas culturas e até hoje continua a se desenvolver. Para mulheres da Arábia Saudita, a dança era considerada sagrada e não podia ser vista pelos homens.

Experiência profissional:

□ Curso de Dança do Ventre desde 1999 com a Professora e Bailarina Dakhini Keller
□ Conclusão de Curso avançado -2006
□ Inclusão na Cia de Dança Dakhini Keller 2007
□ Especialização: Curso Técnico Profissionalizante em DDV.”Espaço Cultural Dakhini Keller” 2004/2005

Experiência Profissional:

□ Espaço Cultural Dakhini Keller– serviços prestados –Estágio- 2004 - 2005
□ Espaço Cultural Dakhini Keller- Curso infantil-2004-2005
□ Espaço Cultural Dakhini Keller-Curso Adultas-Iniciantes- 2004-2006( até março)
□ Espaço Cultural Dakhini Keller-Curso Adultas-Básico-Out/2007
□ Zap-Academia de Danças-Campinas Shopping-Curso Básico-Out/2007-Fev/2008
□ Apresentações de Dança:
□ 2004-Tênis Clube Campineiro-“Noite das Arábias”
□ 2004-Jantar para Recepção de príncepe árabe em Indaiatuba Hotel Vila Rica
□ 2005-Apresentação de fim de ano-Confraternização para o Banco do Brasil
□ 2006-Festival anual do Espaço Cultural Dakhini Keller--Apresentação de Dança solo com taças (Representação do elemento fogo)
□ 2007-Dia internacional da Mulher para a Medley-apresentação e auxiliar de Workshop de Dakhini Keller
□ 2007-Apresentação com a CIA de Dança DAKHINI KELLER –SEMANA DA MOSTRA ÁRABE EM CAMPINAS
□ 2007-Apresentação do Grupo Folclórico DAKHINI KELLER-MOSTRA EM SÃO PAULO.
□ 2007-Apresentação com a Cia de Dança Dakhini Keller na Mostra Mercado Pérolas-Organizado pela profª e bailarina Mariela Maya (Dança com 7 véus)
□ 2007-Apresentação com a Cia.Dakhini Keller no Evento das 1001 noites,com Tony Mouzayeck e banda-Organização da Professora,atriz e bailarina Cyda Santos
(Véu Wings)


Idiomas
Inglês – Leitura
Espanhol – Leitura

Capacitação:

□ Workshop Danças Ciganas-Egípcias 2004
□ Workshop Dança do Ventre-Ritmos e Movimentos com Prof ªDakhini Keller e Músico Derbaquista Pierre Salloum 2006
□ Workshop de Dança Folclórica com Prof. Nasser Mohamed-2004/2005/2007
□ Estudos de Tradição e História da Dança Do Ventre

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

DANÇA DOS SETE VÉUS



Entre as diversas modalidades da "Dança do Ventre", temos a"Dança dos Sete Véus",
que simboliza as sete virtudes do homem no nível físico: esperança, fortaleza, prudência,
amor, justiça, temperança e fé. Corresponde aos sete chakras principais, às sete
maravilhas do mundo,aos sete elementos sagrados, aos sete planetas visíveis,
às sete cores do arco-íris. Sua retirada simboliza o desapego,a materialidade
e os sete vícios: vaidade, avareza, violência, egoísmo, luxúria, inveja e gula.
Já a "Dança dos NoveVéus" representa os nove corpos do homem e o processo
da transmutação. Os antigos egípcios acreditavam que o homem possuía nove
corpos.A dança com véu representa a vida, a fertilidade, assim como a morte e o
renascimento. Está ligada ao lado oculto e misterioso, às quatro fases lunares e solares.
Sua retirada revela o mistério e a gratidão à deusa Ísis.

Origem

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A dança do ventre teve sua origem no Egito há aproximadamente 1500a.C. e era praticada por sacerdotisas em rituais que homenageavam a deusa Ísis, deusa da fertilidade.
Com a invasão do povo árabe no Egito em 638d.C., a dança foi incorporada à cultura árabe, assumindo ares mais festivos. Passou a ser praticada em festas populares e em palácios.
O sentido da dança do ventre mudou novamente com a invasão da Turquia ao Reino Árabe. De sagrada e folclórica, passou a ser uma dança profana.

Hoje, é uma dança tradicional da cultura dos países do Oriente Médio, sendo também praticada em várias outras regiões do mundo como uma dança típica. É dançada não só a tradicional árabe, mas também danças de resgate à sua origem ritual como a Dança dos Sete Véus e a Dança dos Cinco Elementos; danças com acessórios, como os snujs, o bastão e a espada; e ainda danças que retratam a situação da época, como a dança das beduínas e dos aguadores.
:: <$NAHYLAH$> 12:13 AM [+] ::
...

Alguns Cuidados
Qualquer mulher pode praticar a Dança Oriental. Por ser uma atividade física leve, não impõe muitas restrições:
.É necessário adaptar o movimento às condições físicas da aluna. Independente da idade, alguns exercícios exigem uma dose de contorcionismo que só as mais jovens, ou aquelas com maior flexibilidade natural, conseguem executar. Cada um deve respeitar o seu limite e adequar o exercício às condições impostas pelo seu organismo.
. É desaconselhável para mulheres grávidas nos três primeiros meses de gestação, pois estes são os mais importantes para o desenvolvimento do feto e requer diminuição de qualquer atividade corporal. Após esse período, as gestantes são bem-vindas às aulas, apenas com uma redução na intensidade dos movimentos ondulatórios, pelo incômodo que poderá ocasionar o peso da barriga.
. Todo exercício físico deve ser orientado pelo professor e feito sob prévio aquecimento. Executar os movimentos sem supervisão pode ocasionar lesões e desgastes musculares como torções, cãibras ou distensões
.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A começar pelo renascimento....


Fotografia do dia mais feliz da minha vida;o Renascimento com a minha Outorga no Gojohrei.
Aqui eu estou com a Reverenda Yuko e meu padrinho na Luz Marcus.