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A dança do ventre teve sua origem no Egito há aproximadamente 1500a.C. e era praticada por sacerdotisas em rituais que homenageavam a deusa Ísis, deusa da fertilidade.
Com a invasão do povo árabe no Egito em 638d.C., a dança foi incorporada à cultura árabe, assumindo ares mais festivos. Passou a ser praticada em festas populares e em palácios.
O sentido da dança do ventre mudou novamente com a invasão da Turquia ao Reino Árabe. De sagrada e folclórica, passou a ser uma dança profana.
Hoje, é uma dança tradicional da cultura dos países do Oriente Médio, sendo também praticada em várias outras regiões do mundo como uma dança típica. É dançada não só a tradicional árabe, mas também danças de resgate à sua origem ritual como a Dança dos Sete Véus e a Dança dos Cinco Elementos; danças com acessórios, como os snujs, o bastão e a espada; e ainda danças que retratam a situação da época, como a dança das beduínas e dos aguadores.
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Alguns Cuidados
Qualquer mulher pode praticar a Dança Oriental. Por ser uma atividade física leve, não impõe muitas restrições:
.É necessário adaptar o movimento às condições físicas da aluna. Independente da idade, alguns exercícios exigem uma dose de contorcionismo que só as mais jovens, ou aquelas com maior flexibilidade natural, conseguem executar. Cada um deve respeitar o seu limite e adequar o exercício às condições impostas pelo seu organismo.
. É desaconselhável para mulheres grávidas nos três primeiros meses de gestação, pois estes são os mais importantes para o desenvolvimento do feto e requer diminuição de qualquer atividade corporal. Após esse período, as gestantes são bem-vindas às aulas, apenas com uma redução na intensidade dos movimentos ondulatórios, pelo incômodo que poderá ocasionar o peso da barriga.
. Todo exercício físico deve ser orientado pelo professor e feito sob prévio aquecimento. Executar os movimentos sem supervisão pode ocasionar lesões e desgastes musculares como torções, cãibras ou distensões.